terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Sobre sermos como crianças

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"... e disse: 'Eu lhes asseguro que, a não ser que vocês se convertam e se tornem como crianças, jamais entrarão no Reino dos céus. Portanto, quem se faz humilde como esta criança, este é o maior no Reino dos céus. 'Quem recebe uma destas crianças em meu nome, está me recebendo'." Mateus 18:3-5

Em nítido contraste com a percepção farisaica de Deus e da religião, a percepção bíblica do evangelho da graça é a de uma criança que jamais experimentou coisa alguma a não ser o amor, de uma criança que tenta fazer seu melhor por ser amada. Quando comete erros, sabe que esses erros não põem em risco o amor de seus pais. A possibilidade de seus pais pararem de amá-la se ela não arrumar seu quarto nunca nem sequer lhe passa pela mente. Eles podem desaprovar seu comportamento, mas o amor deles não depende do desempenho dela.

Os pais amam um filho antes mesmo de ele deixar sua marca no mundo. As realizações futuras na vida do filho confiante não são o esforço por granjear aceitação e aprovação, mas o extravasar abundante que resulta do sentir-se amado.

O rosto que a criança apresenta é seu próprio rosto, e ela não olha para o mundo apertando os olhos e forçando a visão para conseguir enxergar os rótulos das pessoas. O fariseu interior gasta a maior parte do tempo reagindo a rótulos, seus e dos outros.

As qualidades positivas da criança — franqueza, dependência confiante, espírito lúdico, simplicidade, sensibilidade aos sentimentos — impedem-nos de nos fechar para as novas idéias, para as surpresas do Espírito e para as oportunidades arriscadas de crescimento. Minha criança interior é filho do Pai, bem firme em seus braços, tanto na luz quanto na sombra.

Brennan Manning

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