sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Parei de Agir Como Criança

crianca emburrada 

Quando eu era criança, falava como criança, sentia como criança e pensava como criança. Agora que sou adulto, parei de agir como criança - 1 Co 13.11

A igreja de Corinto era uma igreja marcada por divisões, brigas, pecados e confusões. Paulo teve que tratar com cada um destes problemas com rigor. Ao terminar o capítulo 12 de sua primeira epístola a esta igreja, Paulo introduz o próximo capítulo dizendo que mostrará qual é caminho mais excelente: o caminho do amor. Paulo estava dizendo que a raiz destes problemas que a igreja estava enfrentado, na verdade era a falta de amor expresso em suas vidas.

Paulo começa a descrever então o valor e o que é este amor. Ele mostra que este amor não é tanto uma questão de sentimento e sim de comportamento e atitude. Independente do que eu sinto, minhas atitudes é que mostram a presença ou não deste amor em minha vida.

Paulo diz que as coisas que estavam causando tantos problemas à igreja na verdade não passavam de infantilidade, pois andar em outro caminho que não o do amor é ser infantil. Isso deve ter doído, pois a igreja dos coríntios era conhecida por ter tantos dons espirituais em ação. O povo profetizava, falava em línguas, interpretavam as línguas, recebiam revelações e muito mais. Mas, Paulo disse que eles não passavam de crianças. É isso aí! Dons espirituais não são prova de maturidade.

Paulo diz a eles que era hora de deixarem de serem crianças.

O comportamento infantil só é bonitinho em seu tempo certo. À medida que o tempo passa, a infantilidade vai ficando feia. A pureza, a inocência, o senso de dependência e a confiança da criança devem ser mantidos, mas, o demais deve ser deixado para traz.

O amor é o caminho da maturidade verdadeira.

O adulto é paciente e bondoso – O infantil quer tudo na hora e é cruel;

O adulto não é ciumento, nem orgulhoso, nem vaidoso – O infantil tem ciúmes de tudo, não dá o braço a torcer e se envaidece com qualquer coisa;

O adulto não é grosseiro nem egoísta; não fica irritado, nem guarda mágoas – O infantil não se importa de falar o que quer, é enjoadinho e melindroso;

O adulto não fica alegre quando alguém faz uma coisa errada, mas se alegra quando alguém faz o que é certo – O infantil acha engraçado quando alguém tropeça e cai, para ter de que acusá-lo;

O adulto nunca desiste, porém suporta tudo com fé, esperança e paciência – O infantil desiste fácil das pessoas, basta ouvir um não ou ser contrariado.

Diante desta descrição, só podemos pedir a misericórdia de Deus. Há muitos aspectos em nossas vidas que ainda têm traços de infantilidade. Estes são as fontes de nossos problemas e conflitos.

Que possamos dizer como Paulo: Parei de agir como criança.

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