quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Quando não somos mais o centro das atenções

John_Baptist

"Que ele cresça e que eu diminua" - Jo 3.30

Vemos a história de Jacó se desenrolando no livro de Gênesis até o momento em que começa a história de José. Jacó ainda estava vivo, mas as atenções se voltaram para José. Há aí uma lição que devemos guardar. Deus chama as atenções para seu plano na vida de uma pessoa e num certo ponto as atenções se voltam para outra pessoa. A grande pergunta é: como reagimos quando deixamos de ser o centro das atenções? Qual é o nosso sentimento quando vemos um mais novo “brilhando” mais do que nós?

A maioria prefere se voltar contra este que é o alvo das atenções através de críticas e de oposição disfarçada. Poucos são os que agem como João Batista, que ao ser informado de que o Jesus que veio depois dele estava fazendo e batizando mais pessoas do que ele, disse: “Ninguém tem nada que do alto não tenha sido dado. importa que Ele cresça e que eu diminua” (Jo 3.27,30).

A maioria é tirada do centro das atenções à força.

Muitos não entendem que não estar no centro das atenções não quer dizer que se passou para um plano inferior nos propósitos de Deus. Sair do meio dos holofotes tem o propósito de nos preservar do nosso próprio ego e de outras coisas daninhas à nossa vida com Deus.

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