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quinta-feira, 15 de julho de 2010

Golpes duros

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“Porque o Senhor repreende aquele a quem ama, assim como o pai, ao filho a quem quer bem.” - Provérbios 3.12

Quando os sermões e os avisos fracassam, algumas vezes os pais decidem retroceder e permitir que um filho experimente as consequências naturais de seus erros. Eles não fazem isto para serem cruéis, mas para permitir que a escola da vida ensine ao filho uma lição valiosa. Assim, se uma criança insiste em pular dentro d’água, sua mãe e seu pai podem resistir à necessidade de trazer-lhe imediatamente outro par de sapatos. Quando a criança cansar de dar voltas com os pés molhados, ela verá por si mesma que pular em poças d’água não é uma idéia assim tão boa.

Esta forma de disciplina, que se pode chamar de “amor duro”, é um bom exemplo de como o Senhor pune os seus filhos quando estes se afastam do bom caminho. Na Bíblia, Deus nos deu toda informação necessária para vivermos corretamente. Ele explicou com clareza a diferença entre um bom e um mau comportamento, apontando suas respectivas consequências e advertindo-nos de que colheremos o que plantamos. Agora, Deus retrocede e nos dá a liberdade de tomarmos nossas próprias decisões, e, por mais que lhe doa, Ele resiste ao impulso de estender-nos a sua mão protetora quando fazemos escolhas tolas.

Como demonstra a parábola do filho pródigo, a escola da vida pode ser muito dura. Se Deus fosse nos voltar as costas completamente, as consequências dos nossos pecados nos destruiriam. Mas, como qualquer pai amoroso, Ele graciosamente suaviza os resultados naturais da nossa rebelião e permite-nos sofrer somente o tempo que for necessário. Quando voltarmos correndo para casa, Ele não nos repreenderá mais. Em vez disto, Ele nos abraçará a nos dará bons presentes – da mesma maneira como a mamãe e o papai recebem à porta o filho arrependido: com abraços, meias secas e um chocolate quente.

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Fonte: Graça Diária, CPAD

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Veja como edifica sua vida

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Veja cada um como edifica sobre ele - 1 Coríntios 3.10

Nossa função não é construir depressa, mas cons­truir sobre o fundamento correto e com o espírito cor­reto. A vida é mais que uma simples competição entre um homem e outro; não é quem termina primeiro, mas quem trabalha melhor; não é quem consegue chegar mais alto em menos tempo, mas quem está trabalhan­do com maior paciência e amor, de acordo com os desígnios de Deus.

Joseph Parker

domingo, 20 de junho de 2010

Para onde irei?

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Quando vos desviardes para a direita, e quando vos desviardes para a esquerda, os teus ouvidos ouvirão atrás de ti uma palavra, dizendo: Este É o caminho, andai por ele - Isaias 30.21

Quando estivermos em dúvida ou dificuldade, quando muitas vozes nos recomendarem com insistência esta ou aquela direção, quando a prudência segredar uma advertência e a fé, outra, então, fiquemos quietos, silenciando cada voz intrusa, aquietando-nos no sagrado silêncio da presença de Deus; estudemos a Sua Palavra com inteireza de coração examinando-nos à pura luz da Sua face, desejosos de conhecer somente o que o Senhor Deus determinar — e não passará muito tempo até que se forme em nós uma impressão muito nítida, a inconfundível comunicação da Sua vontade.

Não é sábio, nos primeiros estágios da fé cristã, depender disto somente, mas devemos esperar também pela corroboração de circunstâncias. Mas aqueles que têm tido experiências com Deus conhecem bem o valor da comunhão secreta com Ele, e podem perceber a Sua vontade.

Se estamos em dúvida a respeito do caminho a tomar, levemos o problema a Deus; a orientação virá através da luz do Seu sorriso ou da nuvem da Sua recusa.

Se ficarmos a sós, onde a luz e as sombras da terra não possam interferir, onde as opiniões humanas não nos possam alcançar — e se nos mantivermos ali, em silêncio e expectação, embora todos ao nosso redor insistam em que tomemos uma decisão imediata — a vontade de Deus se fará clara; passaremos a ter um novo conceito de Deus e uma visão mais profunda da Sua natureza e Seu coração de amor, uma visão que será apenas nossa — uma experiência preciosa, que ficará para sempre como aquisição, a rica recompensa daquelas longas horas de espera. — David

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Fonte: Mananciais no Deserto

sábado, 5 de junho de 2010

Deus trabalha no turno da noite

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O Senhor fez retirar o mar... toda aquela noite - Êxodo 14.21

Neste verso há uma mensagem confortadora que nos mostra que Deus age durante a noite. A grande obra de Deus para com Israel ali não foi feita quando eles acordaram, vendo então que podiam atravessar o mar a seco; mas foi o que Ele fez toda aquela noite.

Do mesmo modo, pode estar havendo uma grande operação em nossa vida, quando tudo parece escuro e nós não conseguimos ver nem perceber coisa alguma; Deus está operando. E como Ele agiu no dia seguinte, assim havia agido "toda aquela noite". O dia seguinte simplesmente manifestou o que Deus havia operado duran­te a noite. Muitas vezes nos encontramos em situações em que tudo parece noite. Confiamos, mas não vemos os resultados; no decorrer da vida não há vitória constante; não há aquela comunhão diária, constante; e tudo parece escuro.

"O Senhor fez retirar o mar... toda aquela noite." Não nos esqueçamos de que foi "toda aquela noite". Deus opera a noite toda, até vir a luz. Às vezes não vemos, mas durante toda a noite, enquanto esperamos em Deus, Ele trabalha. — C. H. P.

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Fonte: Mananciais no Deserto

quarta-feira, 2 de junho de 2010

O florescer da videira

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“Os que se assentam de novo à sua sombra voltarão; serão vivificados como o cereal, e florescerão como a vide” - Oséias 14:7

Quem jamais deu importância ao florescer da videira?! De fato, trata-se de uma das flores de mais curta existência. Praticamente, quase que não é notada, antes que desapareça e se converta em fruto. Podemos reconhecer três tipos de plan­tas na natureza: as que florescem, mas não dão fruto; as que, tais como o pêssego, são notáveis tanto por suas flores como por seus frutos; e as que, como a videira, têm as flores quase impercep­tíveis, e que só valorizamos por seus frutos. Evi­dentemente, no texto acima, Deus coloca alto va­lor no último desses três tipos.

Como somos tentados a exibir aquilo que é impressionante aos olhos humanos, como uma flor a ser admirada! Mas o Pai nos tem colocado como ramos na Videira, e o que Ele mais busca em nós é que demos fruto.

 

W. Nee

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Como navegamos pelo mar da vida

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“Como se recolhe o feixe de trigo a seu tempo” - Jó 5.26

Escrevendo sobre o aproveitamento de velhas embarcações, um entendido no assunto afirmou que não é só a idade que faz melhorar as fibras da madeira de um velho navio, mas ainda as pressões e embates que o barco sofre no mar, bem como a ação química da água e de muitas espécies de carga que se acumulam no seu fundo.

Algumas pranchas e compensados feitos de uma viga de carvalho que havia sido parte de um navio de oitenta anos foram exibidas numa boa casa de móveis na Broadway, em Nova York, e atraíram a atenção geral por seu raro colorido e textura perfeita.

Igualmente notáveis foram algumas vigas de mogno tiradas de uma embarcação que cruzou os mares há sessenta anos. O tempo e o tráfego lhes haviam contraído os poros e aprofundado a cor de tal modo, que esta se apresentava tão magnífica em sua intensidade cromática como um vaso chinês da antigüidade.

Com elas fez-se um armário que figura hoje em lugar de destaque na sala de visitas de uma família rica, em Nova York.

Fazendo um paralelo, há uma grande diferença entre as pessoas de idade que tiveram uma vida indolente, foram inúteis e indulgentes consigo mesmas, e aquelas que navegaram por todos os mares da vida e levaram todo tipo de carga como servos de Deus e ajudadores de seus semelhantes.

Não somente os embates e pressões da vida, mas também algo da doçura das cargas transportadas penetra na vida dessas pessoas e nas fibras de seu caráter.

Louis Albert Banks

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Na escola da vida não há graduação

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Na escola da vida não há graduação. Quem se sente “diplomado” faz perecer sua criatividade, pois vai perdendo a capacidade de ficar assombrado com os mistérios que a norteiam. Tudo se torna comum para ele, nada havendo que o anime e o instigue. Na escola da vida, o melhor aluno não é aquele que tem consciência do quanto sabe, mas de quanto não sabe. Não é aquele que proclama sua perfeição, mas o que reconhece suas limitações. Não é aquele que proclama a sua força, mas o que educa a sua sensibilidade.

Augusto Cury

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Hora de parar e refazer as forças

image Em dias antigos, um cavaleiro em fuga notou que a ferradura de seu cavalo estava precisando de conserto. A prudência parecia impulsioná-lo a prosseguir na carreira, mas a sabedoria recomenda­va-lhe que parasse por uns momentos numa forja e reparasse a ferradura. Assim, embora ouvisse o galopar dos inimigos no seu encalço, ele parou por uns minutos, até que o casco do animal estivesse em ordem. A seguir, saltando para a sela quando os inimigos já se viam a cem metros, lançou-se dali com a rapidez do vento — e viu que sua parada havia apressado a sua fuga.

Tantas vezes Deus nos manda parar e refazer as forças, antes de prosseguirmos para o próximo passo da jornada e do trabalho.

Days of Heaven upon Earth

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Resposta ao que pedimos

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Não sabemos o que havemos de pedir como convém - Romanos 8.26

A maioria dos problemas que nos deixam perplexos em nossa vida não passa de resposta a orações nossas. Pedimos paciência, e o Pai nos manda aqueles que nos provam ao extremo; pois "a tribulação produz a paciência''.

Pedimos submissão, e Deus nos manda sofrimentos; pois aprendemos a obediência por aquilo que padecemos.

Pedimos para tirar de nós o egoísmo, e Deus nos dá oportunida­des para nos sacrificarmos, pensando nos outros e dando a vida pe­los irmãos.

Oramos pedindo força e humildade, e um mensageiro de Satanás vem afligir-nos até que ficamos prostrados no pó clamando para que ele seja afastado.

Oramos: "Senhor, aumenta a nossa fé", e o dinheiro cria asas; ou as crianças ficam doentes; ou nos chega um tipo de prova até agora desconhecido e que requer o exercício da fé numa situação que é nova para nós.

Oramos para ter a natureza do Cordeiro, e recebemos um quinhão de serviço humilde e insignificante, ou somos prejudicados sem que devamos pedir reparação; pois Ele "como cordeiro foi levado ao matadouro; e... não abriu a sua boca".

Buscamos mansidão, eis que surge uma verdadeira tempestade de tentações para levar-nos à aspereza e irritabilidade. Desejamos um espírito quieto, e cada nervo do nosso corpo é esticado até à má­xima tensão, a fim de que, olhando para Ele, possamos aprender que quando Ele nos aquieta, ninguém nos pode perturbar.

Pedimos amor, e Deus nos envia sofrimentos maiores e nos coloca junto a pessoas aparentemente desagradáveis, e deixa-as dizer coisas que nos irritam os nervos e magoam o coração; pois o amor é paciente, é benigno, o amor não se conduz inconveniente­mente, não se exaspera. O AMOR TUDO SOFRE, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca falha. Nós pedimos para ser semelhantes a Jesus, e a resposta é: "Provei-te na fornalha da aflição." "Estará firme o teu coração? Estarão fortes as tuas mãos?" "Podeis vós...?"

O caminho para a paz e a vitória é aceitar cada circunstância, cada provação, como sendo diretamente proveniente da mão de um Pai de amor; é viver nos lugares celestiais, acima das nuvens, na presença do Trono, e contemplar, da Glória, o nosso lugar, como escolhido pelo amor divino.

Selecionado

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Fonte: Mananciais no Deserto

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Sei... ter abundância

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Filipenses 4.12

A prova­ção da adversidade é uma experiência menos severa do que o cadinho da prosperidade. A capacidade humana é insuficiente para carregar com a mão firme o cálice transbordante de gozo mortal; mas Paulo havia aprendido essa habilidade, pois declara: "Em todas as coisas estou instruído, tanto a ter abundância como a padecer necessidade". O que acontece muitas vezes é que, quan­do estamos muito supridos das dádivas providenciais de Deus, temos pouco da sua graça; contentes com a terra, ficamos satisfeitos sem o Céu. Com certeza, é mais difícil saber estar farto do que saber ter fome; porque a natureza humana tem uma inclinação desesperadora para o orgulho e o esquecimento de Deus. Cuide de orar a Deus, pedindo que Ele lhe ensi­ne a "ter abundância".

Spurgeon

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Vacas magras

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As vacas feias à vista, e magras, comiam as sete formosas à vista, e gordas. ...As espigas mirradas devora­vam as sete espigas grandes e cheias - Gênesis 21.4,7

Há uma advertência para nós neste sonho: os melhores anos da nossa vida, as melhores experiências, as melhores vitórias conquista­das, o melhor serviço prestado, podem ser devorados por tempos de fracasso, derrota, desonra e inutilidade no reino de Deus. Algumas vidas, que tanto prometiam e já realizavam bastante, terminaram dessa maneira. É doloroso pensar, mas é verdade. Contudo, não é necessário que seja assim.

Como disse S. D. Gordon, a única certeza de segurança contra essa tragédia é "um sempre renovado contato com Deus", diaria­mente, de momento a momento. As experiências benditas, frutíferas e vitoriosas de ontem não só não valem para mim hoje, como na verdade serão devoradas ou anuladas pelos fracassos de hoje, a menos que sirvam de incentivo para experiências melhores e mais ricas.

A única maneira de conservar fora da minha vida as vacas magras e as espigas mirradas é permanecer em Cristo, num "sempre renovado contato com Deus".

Messages for The Morning Watch

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Fonte: Mananciais no Deserto

 

sábado, 3 de abril de 2010

Lugar chamado “A Caveira”

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Quando chegaram ao lugar chamado “A Caveira”, ali crucificaram Jesus e junto com ele os dois criminosos, um à sua direita e o outro à sua esquerda – Lucas 23.33

O monte do conforto é monte do Calvário; a casa da consolação é construída com a madeira da cruz; o templo de bênçãos celestiais é fundado sobre a rocha fendida – fendida pela lança que abriu o seu lado. Nenhum cenário da história sacra é mais prazeroso à alma do que a tragédia do Calvário.

A luz emana do meio-dia-meia-noite do Gólgota, e cada erva do campo germina suavemente sob a sombra da que fora a árvore maldita. Naquele lugar de sede, a graça cavou uma fonte que jorra sempre água pura como cristal, cada gota capaz de aliviar os ais do gênero humano. Você que tem tido seus momentos de
conflito, confesse que não foi no monte das Oliveiras que encontrou conforto, nem no monte Sinai, nem no Tabor, mas que o Getsêmani, Gábata* e Gólgota têm sido um meio de conforto para você. As ervas amargas do Getsêmani têm muitas vezes afastado o amargor de sua vida; as chibatadas do Gábata têm muitas vezes expulsado a chicotadas suas inquietações, e os gemidos do Calvário proporcionam-nos um conforto raro e rico. Nunca teríamos conhecido o amor de Cristo em todas as suas alturas e profundidades, se Ele não tivesse morrido; nem poderíamos supor a profunda afeição do Pai, se Ele não nos tivesse dado seu Filho para morrer. As misericórdias comuns que desfrutamos, todas cantam o amor, exatamente como a concha do mar, quando a levamos aos nossos ouvidos, sussurra os sons do mar profundo de onde ela veio; porém, se desejamos ouvir o próprio oceano, não devemos olhar para as bênçãos de cada dia, mas para as alianças da crucificação. Aquele que quer conhecer o amor, que se volte para o Calvário e veja o Varão de dores morrer.

C.H. Spurgeon

segunda-feira, 29 de março de 2010

Considerai como crescem os lírios do campo

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Mateus 6.28

"Preciso de óleo", disse um monge; então plantou uma mudinha de oliveira. "Senhor", orou ele, "ela precisa de chuva, para que suas raízes tenras possam beber e crescer. Manda chuvas brandas." E o Senhor mandou-lhe chuvas brandas. "Senhor", orou o monge, "minha planta precisa de sol. Peço-Te, manda sol." E o sol brilhou, dourando as nuvenzinhas chuvosas. "Agora neve, meu Senhor, para robustecer seus tecidos", pediu o monge. E lá ficou a plantinha coberta de neve brilhante. Mas à noite morreu.

Então o monge foi ao quarto de outro irmão e contou-lhe a estranha experiência. "Eu também plantei uma arvorezinha", disse o outro, "e veja como está viçosa! Mas eu confio a minha planta ao Deus que a criou. Ele que a fez sabe do que ela precisa, melhor do que um homem como eu. Não impus condições. Não estabeleci meios ou maneiras. Orei: 'Senhor, manda-lhe o que ela necessita. Sol ou chuva, vento ou neve. Tu a fizeste, e Tu sabes."

Lettie Cowman

quinta-feira, 4 de março de 2010

A voz da consciência

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Absolve-me das [faltas] que me são ocultas (Salmo 19:12).

Cada indivíduo tem uma consciência, essa voz interior que às vezes incomoda e nos mostra o bem e o mal. Certamente a noção do bem e do mal varia segundo as sociedades e as épocas; todavia, cada um tem uma referência pessoal que o incomoda caso não a queira ouvir. Se cometemos ações más, a consciência torna-se uma voz acusadora que inces­santemente nos lembra do que fizemos.

Quantos procuram calar a voz de sua consciência culpada mediante diversas atividades, até mesmo por meio de práticas religiosas; porém muitas vezes tudo é em vão. A consciência não nos deixa tranquilos, causa-nos a sensação de mal-estar e per­turba nosso sono; coloca diante de nós as pequenas ou grandes contas que ainda não acertamos e pelas quais um dia teremos de responder.

É necessário, pois, escutar a voz da con­sciência e não tentar calá-la, porque ela pode perder sua sensibilidade, devido ao menosprezo e ao esmagamento. Contudo quando o fim da vida se aproxima, as lembranças da consciência intensificam-se perturbando-nos com a pergunta: O que há depois da morte? A resposta de Deus esta cheia de graça: o sangue de Jesus Cristo basta para limpar-nos de todo pecado.

 

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Fonte: Boa Semente, 1999

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Todos são úteis

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Traga Marcos com você, porque ele me é útil no ministério - 2Timóteo 4.11

Quando Barnabé e Saulo foram separados pelo Espírito de Deus para a obra missionária, decidiram levar um auxiliar: João Marcos, sobrinho de Barnabé. João “Deus é Gracioso” era seu nome hebraico. Marcos “Grande Martelo” era o nome romano. Ele já havia servido com Saulo e Barnabé quando levaram uma oferta para os irmãos da Judéia.

Enviados pela igreja de Antioquia, partiram rumo a Chipre, dando início ao trabalho. Quando chegaram na Panfília, veio a surpresa: João Marcos decidiu voltar para Jerusalém. O que teria acontecido? Não há registro sobre a causa do abandono. Apenas a informação sobre a decisão de João Marcos. Alguns anos depois, em nova viagem missionária, João Marcos é o pivô da discussão, pois Barnabé queria levá-lo, mas Paulo guardava em sua memória o abandono de Marcos.

Há muitas razões por que uma pessoa desiste de um trabalho. Note que Marcos desistiu da viagem, mas não da fé em Cristo. O próprio Paulo, no fim da vida, citou Marcos a Timóteo como alguém muito útil, aos colossenses como consolação, e a Filemon disse que marcos era cooperador.

Tomar uma decisão contra tudo o que se espera pode trazer certo desgaste à imagem pessoal. Mas há certas decisões que precisam ser tomadas, e isto não nos impede de voltar a servir ao Senhor, como antigamente. Deus sabe o que se passa em nosso interior e compreende as nossas decisões. Na obra de Deus, todos são úteis.

 

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Fonte: Pão Diário 7, Leitura 28 de fevereiro, Rádio Trans Mundial

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

O vento sopra onde quer

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O vento sopra onde quer, e ouves a sua voz; mas não sabes donde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito. João 3-8

Sabemos que o vento quer soprar onde há vácuo. Se você se depara com uma tremenda lufada, saiba que há um espaço vazio em algum lugar de seu coração. Se pudéssemos expelir todo orgulho, vaidade, justiça pró­pria, egoísmo, ânsia por ser reconhecido, aplaudido, honrado e promovido; se fôssemos totalmente esvazia­dos de tudo isso, o Espírito viria rapidamente como um vento poderoso para nos encher.

A.J. Gordon

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

No inverno

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Vós, servos do Senhor, que assistis na casa do Senhor todas as noites... O Senhor que fez o céu e a terra te abençoe desde Sião - Salmos 134.1, 3

Se eu quiser conhecer o amor de um amigo, preci­so ver o que ele faz no inverno. Assim também com o amor divino. É muito fácil louvá-lo ao sol do verão, quando as melodias da vida estão no ar, e os frutos da vida, na árvore. Mas quando o canto do pássaro cessar e o fruto da árvore cair, meu coração continuará cantando? Permanecerei na casa do Senhor à noite? Amarei ao Senhor na escuridão? Vigiarei com Ele pelo menos uma hora em seu Getsêmane? Subirei com Ele a Via Doloro­sa, ajudando-o a carregar a cruz? Meu amor chega a Ele em sua humilhação. Minha fé o encontra em sua humi­lhação?

Meu coração reconhece sua majestade dentro de seu disfarce desprezível, e finalmente sei que não dese­jo o dom, mas o Doador. Quando consigo ficar em sua casa durante a noite, significa que o aceitei pelo que Ele realmente é.

George Matheson

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Na sombra

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Na sombra da sua mão me escondeu; fez-me como uma flecha polida, e me guardou na sua aljava - Is 49.2

"Na sombra." Todos nós precisamos estar ali de vez em quando. A claridade do dia brilha demais; nossos olhos ficam irritados e incapazes de discernir as delicadas nuanças de cor ou apreciar os tons neutros.

Mas não temamos! É a sombra da mão de Deus. Ele está guiando a nossa vida. Há lições que só podem ser aprendidas ali. A fotografia do Seu rosto só pode fixar-se na câmara escura. Não pensemos que Ele nos deixou de lado. Ainda estamos na Sua aljava. Ele não nos lançou fora como algo sem valor. Está apenas guardando-nos bem perto, até chegar o momento de enviar-nos a executar algum trabalho em que o Seu nome será glorificado.

Você que está na sombra e solitário, considere como a aljava está atada ao guerreiro, ao alcance fácil de sua mão e guardada com todo o cuidado.

F. B.  Meyer

domingo, 24 de janeiro de 2010

Deus se esqueceu de mim?

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Mas a pomba, não achando onde pousar o pé, tornou a ele... À tarde ela voltou a ele; trazia no bico uma folha nova de oliveira - Gênesis 8.9-11

Deus sabe exatamente quando nos deve negar qualquer sinal de encorajamento e quando nos deve dar algum. Como é bom saber que sempre podemos confiar nEle! Quando nos são tiradas todas as evidencias de que Ele Se lembra de nós, tanto melhor. A Sua Palavra e as Suas promessas são muito mais sólidas e de confiança do que qualquer evidência fornecida pelos sentimentos, e o Senhor quer que aprendamos isso. Quando Ele nos dá as evidências, muito bem; mas saberemos apreciá-las melhor depois de termos confiado sem elas.

Os que estão prontos a confiar em Deus sem outra evidência senão a Sua Palavra, sempre recebem o maior número de evidências da parte do Seu amor.

C. G. Trumbull

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

O portão do dia

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Pela manhã ouvirás a minha voz, ó Senhor; pela manhã me apresentarei a ti, e vigiarei - Salmos 5.3

A aurora é o portão do dia, e deve ser guardada com orações. É a ponta do cordão que amarra as ações do dia, devendo ser atado com devoção. Se percebêssemos melhor a grandeza da vida, seríamos mais cuidado­sos com suas manhãs. Quem sai correndo da cama para os negócios, e não espera para adorar, é tão tolo quan­to quem não se veste ou não lava o rosto, ou tão insen­sato quanto o que se lança na batalha sem armas nem armadura. Que nos banhemos no rio refrescante da co­munhão com Deus, antes que a solidão e o peso da estrada comecem a nos oprimir.

Spurgeon



 
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